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A escola do futuro opera no presente com o avanço da tecnologia

Ensino cognitivo


É fato de que a inclusão da tecnologia, com inteligência artificial, uso de big data, gamificação e realidade virtual é uma realidade no mundo educacional, não mais para escola de futuro, mas para o presente.

Estive em evento que abordou a Revolução da Industria 4.0 em Santa Catarina, no sul do Brasil, promovida pela Abrase, e dentre os vários pontos das palestras, um deles acabou chamando a minha atenção porque é mais um setor que está passando pelo processo disruptivo: o ensino de idiomas.

Quem não é, em algum momento da vida, instado a aprender uma segunda língua, preferencialmente o inglês, com aquele argumento direto de que as portas são mais facilmente abertas para as pessoas que dominam este idioma.

As escolas de idiomas espalhadas pelo mundo sempre estão buscando inovações e novos métodos de ensino, presencial ou virtual.

A popularização da internet obrigou muitas escolas a terem sistemas únicos ou híbridos de ensino, parte em sala de aula e outra no mundo virtual.

Não necessariamente agora, mas a Google vem atuando nessa área com o seu tradutor que permite melhorar a conversação no mundo, principalmente em contatos escritos, ainda que não seja a melhor tradução, mas ajuda muito na comunicação.

Em julho, a empresa deu mais um salto ao lançar novos recursos de tradução escrita, voz e conversa.

Claro que essa inovação não é do Google, pois existem outros aplicativos que fazem este trabalho: Skype, Itranslate Voice, Travel Translator, Speechlogger.

Claro que a plataforma Google é a maior do mundo e um avanço deles muda paradigmas globais.

Se observamos, a última década marcou a educação com os avanços da computação móvel, a chegada dos smartphones cada vez mais velozes e cheio de tecnologia, a nossa vida cercada de sensores, microfones, câmeras, a conexão em tempo real e as bandas largas cada vez mais rápidas, agora indo para o 5G.

Estamos em tempo de realidade virtual aumentada, aliada a internet das coisas, que esta transformando a linguagem da comunicação, aproximando pessoas e coisas, quebrando as barreiras e implantando a revolução digital.

Caminhamos para um modelo de escola 100% digital e o ensino cada vez mais transdisciplinar e colaborativo. Isso é fato.

E como atender a esse novo aluno do presente, não mais do futuro?

Para quem estudou um pouco de Neurociência, sabe que o foco terá que ser o cérebro, através da geração de alto nível de significado e interesse, sem perder de vista a celebração das emoções e sentimentos em atividades que possam mesclar pessoas e computador, com a ajuda de professores bem preparados, em visão mais andragógica e heutagógica, capazes de mesclar o entendimento de caminhos para a interpretação e interatividade na construção do conhecimento, em ambiente de escola cognitiva, que gere engajamento dos alunos e o desejo de evoluir em uma ambiência híbrida ou meramente virtual.

O futuro da educação já começou.


Prof. Adilson Neves

Professor de pós-graduação, consultor e palestrante

Partner da Ápice Educação Executiva

www.multiplabusiness.com

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